{"id":1058,"date":"2011-01-22T11:58:07","date_gmt":"2011-01-22T11:58:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adavaveiro.org\/?page_id=1058"},"modified":"2017-11-12T10:38:18","modified_gmt":"2017-11-12T10:38:18","slug":"comissao-nacional-do-diagnostico-precoce","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.adavaveiro.org\/?page_id=1058","title":{"rendered":"10 de janeiro &#8211; Comiss\u00e3o Nacional do Diagn\u00f3stico Precoce"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>\n<h2>N\u00famero de nascimentos contraria crise e aumenta em 2010                             <a href=\"http:\/\/10.38.1.194\/admin\/editaNoticiaHTM.asp?idNot=1474422&amp;id=10\" target=\"_blank\"> <img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.publico.pt\/includes\/img\/vazio.gif?t=1295697361,54846\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/a><\/h2>\n<p>10.01.2011 &#8211; 10:48                             Por Romana Borja-Santos<\/p>\n<p>Depois de 2009 ter sido um ano negro, com Portugal a atingir um m\u00ednimo hist\u00f3rico de nascimentos, em 2010 houve uma recupera\u00e7\u00e3o que contrariou as expectativas perante a crise: o n\u00famero de nascimentos voltou a ficar acima dos 100 mil.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" title=\"Portugal foi o pa\u00eds da Uni\u00e3o Europeia onde a taxa bruta de natalidade mais diminuiu desde 1999\" src=\"http:\/\/imagens.publico.pt\/imagens.aspx\/324381?tp=UH&amp;db=IMAGENS&amp;w=350&amp;t=1295697361,54846\" alt=\"Portugal foi o pa\u00eds da Uni\u00e3o Europeia onde a taxa bruta de natalidade mais diminuiu desde 1999\" \/><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\">Portugal foi o pa\u00eds da Uni\u00e3o Europeia onde a taxa bruta de natalidade mais diminuiu desde 1999<strong><br \/>\n(Foto: Daniel Rocha\/arquivo)<\/strong><\/p>\n<p>O coordenador da Comiss\u00e3o Nacional do Diagn\u00f3stico Precoce, Rui Vaz Os\u00f3rio, relatou \u00e0 TSF que, no ano passado, o n\u00famero de nascimentos cresceu, contrariando o decr\u00e9scimo de 2009 \u2013 um ano em que o n\u00famero de nascimentos ficou abaixo dos 98 mil. O n\u00famero positivo apanhou de surpresa o tamb\u00e9m geneticista do Instituto de Gen\u00e9tica M\u00e9dica Jacinto Magalh\u00e3es (entidade que centraliza as an\u00e1lises do \u201cteste do pezinho\u201d), que admite n\u00e3o ter uma explica\u00e7\u00e3o para este resultado positivo.<\/p>\n<p>\u201cHaver\u00e1 este ano [2010] entre 1900 e 2000 nascimentos a mais do que no ano passado [2009]. Isto s\u00e3o \u00f3ptimas not\u00edcias, que tenho uma certa dificuldade em compreender, tendo em conta o per\u00edodo que vivemos de crise e press\u00e3o\u201d, afirmou \u00e0 mesma r\u00e1dio. O concelho de Mora, no distrito de \u00c9vora, foi um dos que mais contribuiu para este aumento da natalidade, com mais de 31 beb\u00e9s, um n\u00famero recorde neste concelho alentejano.<\/p>\n<p>Contudo, apenas quando houver n\u00fameros finais de natalidade e mortalidade ser\u00e1 poss\u00edvel apurar o saldo natural (diferen\u00e7a entre os que nascem e os que morrem), que ainda corre o risco de voltar a ser negativo, \u00e0 semelhan\u00e7a de 2009, quando o n\u00famero de \u00f3bitos superou os nascimentos em perto de 5500. Nesse mesmo ano, o \u00edndice sint\u00e9tico de fecundidade (n\u00famero de filhos por cada mulher em idade f\u00e9rtil) era de 1,32, um dos mais baixos da UE. J\u00e1 a idade m\u00e9dia com que as mulheres tinham o primeiro filho estava nos 28,6 anos.<\/p>\n<p><strong>Portugal entre os pa\u00edses onde a natalidade mais caiu<\/strong><br \/>\nApesar da recupera\u00e7\u00e3o, olhando para prazos mais latos, Portugal foi o pa\u00eds da Uni\u00e3o Europeia (UE) onde a taxa bruta de natalidade mais diminuiu desde 1999. \u00c9 neste sentido que apontam os \u00faltimos dados publicados em 2010 pelo Eurostat, o gabinete de estat\u00edsticas europeu, que incluem os 27 pa\u00edses da UE e ainda a Isl\u00e2ndia, a Su\u00ed\u00e7a e a Noruega. Entre 1999 e 2009, a taxa bruta de natalidade (n\u00famero de nados-vivos por mil habitantes) decresceu substancialmente em Portugal (19,7 por cento).<\/p>\n<p>Os n\u00fameros do Eurostat indicam ainda que em 2009 Portugal era j\u00e1 o segundo pa\u00eds da UE com a menor taxa bruta de natalidade, a seguir \u00e0 Alemanha, que lidera a tabela. Pelo contr\u00e1rio, Espanha registou um acentuado crescimento da taxa bruta de natalidade, entre 1999 e 2009.<\/p>\n<p>Para os dem\u00f3grafos, apesar de a taxa bruta de nascimentos n\u00e3o ser o indicador mais adequado para medir a queda da natalidade \u2013 o mais rigoroso \u00e9 o \u00edndice sint\u00e9tico de fecundidade, o n\u00famero de crian\u00e7as que cada mulher em idade f\u00e9rtil tem \u2013, ele permite, mesmo assim, perceber que este fen\u00f3meno est\u00e1 a ser muito r\u00e1pido em Portugal. E isso \u00e9 que pode justificar alguma preocupa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>http:\/\/www.publico.pt\/Sociedade\/numero-de-nascimentos-contraria-crise-e-aumenta-em-2010_1474422<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00famero de nascimentos contraria crise e aumenta em 2010 10.01.2011 &#8211; 10:48 Por Romana Borja-Santos Depois de 2009 ter sido um ano negro, com Portugal a atingir um m\u00ednimo hist\u00f3rico de nascimentos, em 2010 houve uma recupera\u00e7\u00e3o que contrariou as &hellip; <a href=\"https:\/\/www.adavaveiro.org\/?page_id=1058\">Continuar a ler <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":1081,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-1058","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.adavaveiro.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/1058","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.adavaveiro.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.adavaveiro.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adavaveiro.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adavaveiro.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1058"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.adavaveiro.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/1058\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1852,"href":"https:\/\/www.adavaveiro.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/1058\/revisions\/1852"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adavaveiro.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/1081"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.adavaveiro.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1058"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}