Portugal vai adoptar novas curvas de crescimento para bebés e crianças

Os bebés nascidos em 2013 em Portugal vão receber uma nova versão dos boletins individuais de saúde. Entre outras alterações, o caderno azul ou cor-de-rosa será diferente nas páginas reservadas para as “tabelas de percentis” que servem de referência para monitorizar o desenvolvimento de bebés, crianças e adolescentes portugueses. A substituição das actuais curvas de crescimento pelos padrões defendidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) está prevista no Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil.

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O presidente da Sociedade Portuguesa de Pediatria deixa um exemplo das diferenças que podemos encontrar entre as actuais e as futuras “tabelas de percentis”: de acordo com os especialistas, os bebés alimentados apenas com leite materno crescem mais nos primeiros quatro/seis meses, mas sofrem depois uma desaceleração do ritmo de crescimento. Essa “natural” desaceleração não está prevista nas curvas de crescimento do CDC, o que muitas vezes pode fazer com que se introduza suplementos como o leite artificial ou a papa na dieta do bebé. Um erro, de acordo com a opinião de muitos especialistas. As curvas da OMS prevêem já essa desaceleração “natural”. Por outro lado, António Guerra nota ainda que as curvas de crescimento da OMS vão também melhorar a detecção de situações de obesidade, que actualmente é um dos problemas mais preocupantes da saúde infantil e juvenil portuguesa.

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Manual de Bioética para Jovens

Interessante! Aqui fica o convite para quem se puder deslocar ao lançamento ou a uma livraria mais próxima!!!

BRAGA: dia 20 de Setembro, 5ª feira, às 17h30, na Livraria “100º Página”, com José Carlos Miranda

PORTO: dia 26 de Setembro, 4ª feira, às 18h30, na Fundação Eng. António de Almeida, com Walter Osswald e António Lobo Xavier

COIMBRA: dia 3 de Outubro, 4ª feira, às 18h30, na Casa da Cultura, com Ana Maria Ramalheira e Henrique Vilaça Ramos

pensar a vida

Pelo testemunho vital, o cidadão pode decidir previamente que tratamentos deseja ou não receber, no caso de se encontrar  incapaz de expressar a sua vontade. Esta lei merece críticas e reservas.
Com a lei 25/2012, de 16 de julho, que entrou em vigor a 16 de agosto, passou a existir, em Portugal, a possibilidade de expressar, antecipadamente, a vontade sobre os tratamentos que se «deseja receber, ou não deseja receber, no caso de, por qualquer razão, se encontrar incapaz de expressar a sua vontade pessoal e autonomamente».

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de novo

A ADAV continua a prestar apoio a muitas famílias e seus bebés.

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