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Agradecemos a todos quantos contribuem!
Além da roupinha de ZERO meses, os bebés também precisam de
roupa de cama,
pequenos xailes ou mantinhas,
fraldas,
berço,
ovo.
Estamos em Julho e, actualmente, além de outras situações de risco, a ADAV apoia 10 famílias que dentro de dias vão ter os seus bebés.
Quer colaborar connosco? Precisamos de fazer o enxoval para 10 bebés.
Contacte-nos através do e-mail ou directamente na sede, durante a manhã.
Mercado de Santiago Sala AH, Apartado 420
3811-001 AVEIRO
Ler a entrevista completa em http://jornal.publico.pt/noticia/27-06-2010/depois-da-lei-ha-mulheres-que–fazem-dois-e-tres-abortos-por-ano-19709379.htm
Esta é a sua preocupação, três anos depois da lei do aborto? O número de abortos está a subir. De 12 mil passou para 18 mil em 2008 e para 19 mil em 2009.
Aumentaram os abortos ou a visibilidade do problema? Está a subir o registo legal do número de abortos até às dez semanas.
Era expectável…É expectável que isso aconteça durante dois a três anos, porque são muitas mulheres que vêm do aborto clandestino e que deixam de o fazer às escondidas. Mas vamos ver até quando continuarão a subir. Se os números continuarem a subir, a subir, é o total falhanço do planeamento familiar.
Não é preciso mais tempo para perceber?Pouco mais tempo. No máximo, um ano. Quando tivermos os dados de 2010 em 2011, se a tendência ascendente continuar, alguém terá de ter coragem de dizer que é tempo de pensar sobre isto e que há algo que não está a funcionar em termos de contracepção.
Por ignorância?Ainda por alguma ignorância, também. Se as pessoas não sabem quando têm a ovulação, se há mulheres que tomam três pilulas do dia seguinte no mesmo mês… Três vezes contracepção de emergência num mês? Ninguém tem três ovulações num mês! É ignorância total, abuso, mau uso. A questão é que, além de muita ignorância que ainda existe, temos de saber se o recurso ao aborto vem, nalguns casos, na sequência de uma política irresponsável de contracepção. Acho que quando tivermos quatro anos de lei do aborto é tempo mais do que suficiente de parar para pensar. Não é para mudar a lei. É para avaliar. E não vejo ninguém a querer fazer isso. É surpreendente.