VIDA NO VENTRE: 1 de Maio, às 21:33, National Geographic Channel
Viu o documentário? Ficou maravilhado com os progressos da ciência e os milagres da vida?
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O National Geographic Channel celebra o Dia da Mãe com a estreia de um novo episódio da série ‘Vida no Ventre’.
Cada recém-nascido é um milagre. Mas para alguns bebés, a luta pela vida começa muito antes do dia em que nascem. ‘Vida no Ventre: Luta Pela Vida retrata quatro gravidezes recorrendo a imagens de alta definição.
Mostra também as vidas de quatro famílias e quatro equipas médicas durante o período em que o futuro dos bebés é ainda incerto.
Neste episódio de ‘Vida no Ventre’, mostra-se uma operação a um feto de 26 semanas para retirar tumor que tinha ligado ao seu cóccix. Acompanha também os primeiros dias de uma família que dá à luz sêxtuplos muito antes de estes
estarem integralmente desenvolvidos. Outra das histórias mostra um caso num milhão: um feto que se desenvolve fora do útero materno, ou seja no abdómen da mãe. Por fim, ‘Vida no Ventre: Luta Pela Vida’ documenta uma cirurgia fetal realizada a um bebé com uma hérnia no diafragma.
Veja aqui o vídeo de promoção.
aborto não é problema higiene
Num comunicado de 20 de abril, a Federação portuguesa pela vida manifesta o seu repúdio quanto ao conteúdo da reportagem da revista Sábado.
O aborto não é um problema de higiene nem de condições hospitalares. Começamos lentamente a assistir às consequências dramáticas do presente envenenado que se quis oferecer às mulheres e às famílias portuguesas.
Todos os factos – impressionantes – identificados na reportagem da revista Sábado são sintomáticos de uma situação que deve ser imediatamente terminada. Neste momento, o Estado oferece o aborto como única solução às mulheres e às famílias. Oferece uma “solução” destrutiva e enganadora. E priva a sociedade inteira da riqueza (social, económica, demográfica, humana) que poderia resultar do nascimento assim impossibilitado
A FPV desafia a próxima maioria que se vier a formar e o Governo que dela resultar a:
a) Fazer uma rápida avaliação da lei actualmente em vigor e daí retirar consequências práticas imediatas de modo a proteger a maternidade, a vida, a saúde pública e o bem-comum.
b) Aceitar que mediante a correspondente iniciativa popular seja realizado um novo referendo nacional sobre a matéria em que possa ser decidida a revogação do aborto livre por opção da mulher até às 10 semanas;
c) Promova uma cultura de Vida que responda aos problemas reais dos nascimentos e maternidade em Portugal de tal forma que se torne evidente no tempo mais breve possível que o aborto deve ser completamente abolido no nosso país.
A FPV, na sua qualidade de agente ao serviço das instituições que apoiam as famílias e as crianças, coloca-se à inteira disposição dos governantes para trabalhar em conjunto e, assim, combater eficaz e definitivamente o problema do aborto.



